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Pacceli destaca papel dos profissionais de saúde na luta contra a AIDS
 

“A humanização dos serviços de saúde é um dos grandes desafios que devemos enfrentar, e o papel dos profissionais de saúde na luta contra o preconceito ao portador de HIV/AIDS é de fundamental importância”. Com estas palavras, o secretário de Estado da Saúde, Eugênio Pacceli de Freitas Coêlho, abriu oficialmente, nesta manhã, a Campanha Mundial de Luta Contra a AIDS no Estado.

A cerimônia, realizada no hall da Secretaria, contou com a presença dos servidores da SESAU/TO que prestigiaram a apresentação da Banda de Música da Polícia Militar e da encenação da peça “O auto da camisinha”, da Hierofante Companhia de Teatro, que ressaltou a importância da informação e prevenção no combate a doença.

Durante a abertura foi apresentado o panorama da AIDS no Estado. Segundo a diretora de Vigilância em Saúde, Rute Paranaguá, a doença se interiorizou e isso leva o profissional de saúde a adotar uma postura mais atuante, especialmente na forma de disseminar as informações sobre as formas de prevenção e tratamento da doença, contribuindo para combater o preconceito.

Com o slogan “A vida é mais forte que a AIDS”, a campanha deste ano busca apresentar a população que um portador de HIV/AIDS pode ter uma vida normal. Segundo a gerente técnica da DST/AIDS, Márcia Borba, a medicina ainda não encontrou a cura da doença. “O que se tem hoje são medicamentos que fazem o controle do vírus na pessoa, melhorando sua qualidade de vida”, ressaltou.

Tratamento

Atualmente o Brasil é referência mundial na prevenção e tratamento da AIDS, sendo gratuito para toda população. No Tocantins os portadores da doença são atendidos nos cincos SAE – Serviço de Atendimento Especializado, localizados em Palmas, Araguaína, Gurupi, Porto Nacional e Paraíso, além dos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA – Araguaína e Palmas).

De acordo com os dados divulgados pela Área Técnica, desde de 1989 até novembro de 2006(dados parciais), já se somam 852 casos notificados no Estado. Desses, 529 são do sexo masculino, representando 62% e 323 do sexo feminino, 38%. Entre esses, 23 são em crianças menores de 13 anos, devido à transmissão vertical que ocorre de mãe HIV+ para o bebê.

 

Autor: Laiany Alves
Fonte: ASCOM/ SESAU
01/12/2006 00:00

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